Chocolate contra o estresse

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Pesquisadores afirmam que chocolate amargo acaba com o estresse.
.Esqueça que o chocolate pode acabar com a sua dieta. A partir de agora, ele está absolvido de qualquer culpa pelos quilos a mais na balança. Mais importante do que o seu poder engordativo é a sua capacidade de aliviar os sintomas de quem sofre de estresse. É isso o que mostra um estudo publicado no Journal of Proteome Research.

Outras pesquisas já haviam identificado esse poder calmante do doce – que o digam as mulheres em TPM. Principalmente o chocolate amargo, com maior teor de cacau, que é considerado um ótimo antioxidante (evita o envelhecimento das células).

Mas até agora, havia poucas evidências científicas de como, exatamente, o chocolate agia no controle do estresse. O estudo mostrou que comer cerca de 40 gramas do chocolate amargo por dia, durante duas semanas, reduz os níveis de hormônios e outros elementos bioquímicos responsáveis pelo estresse. Para quem leva uma vida agitada e estressante, esse é, sem dúvida, um remédio pra lá de gostoso.

Foto por Getty
Fonte: R7.com
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publicado em 13/11/2009 às 16h45:

Brasil negocia novo acordo sobre vírus e vacinas na Suíça
Chanceler brasileiro Celso Amorim se reúne com diretora da OMS em Genebra


O chanceler brasileiro, Celso Amorim, defende nesta sexta-feira (13) a adoção de novo acordo para regulamentar o compartilhamento de amostras de vírus, garantindo que países emergentes tenham acesso a vacinas e tecnologias. Amorim se reúne em Genebra com a diretora da OMS (Organização Mundial da Saúde), Margaret Chan. O tema do encontro será um dos principais na agenda do ministro. O objetivo é fazer o Brasil atuar de forma mais independente em uma próxima pandemia e criar mecanismos para incentivar a produção de vacinas nos países emergentes.

A ideia é rejeitada por Estados Unidos e Europa, mas os emergentes insistem em debatê-la. O entendimento internacional estabelece que há obrigação de compartilhamento de vírus, mas não dos resultados de pesquisas e eventuais descobertas de cura.

A diplomacia brasileira defende o conceito de direito soberano sobre as amostras de vírus. Ou seja, o vírus pode ser compartilhado com laboratórios dos países ricos, mas, em troca, deve haver transferência de conhecimentos e tecnologia para fabricação de vacinas nas nações em desenvolvimento. A medida é apoiada por todos os países africanos, Irã, Indonésia, Bolívia, Índia e Cuba.

Na tentativa de colocar fim às discussões sobre um novo acordo, as nações ricas prometeram doar 10% de sua produção de vacina para os mais pobres. O Itamaraty rejeita essa solução, argumentando que elas explicitariam ainda mais as deficiências do sistema. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Gato pega gripe suína nos Estados Unidos

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São Paulo - Um gato de 13 anos foi infectado nos Estados Unidos com o vírus da Influenza A (H1N1), popularmente conhecida como gripe suína, no que seria o primeiro caso do tipo, segundo autoridades de saúde do país. O felino foi tratado na semana passada na Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade Estadual de Iowa e está curado. Dois dos donos do gato tinham contraído a gripe. O vírus H1N1 também infectou dois furões, um no Estado do Oregon e outro em Nebraska. Ambos morreram. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.




OMS diz que vacina contra nova gripe é segura e uma dose é suficiente (Reuters)

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Apenas uma dose de vacina é necessária para a proteção contra o vírus influenza A (H1N1), causador da nova gripe, e até agora as vacinas se mostraram seguras, disse na sexta-feira (30) a Organização Mundial da Saúde (OMS, a agência de saúde pública das Nações Unidas).

Especialistas em saúde vêm debatendo a necessidade de uma ou duas doses para proteger as pessoas contra a gripe. O número de doses necessárias é, evidentemente, importante. Com esse dado será possível estimar adequadamente o número total de vacinas que será preciso produzir.

A OMS vem buscando dar garantias de que as vacinas contra o H1N1, que estão sendo produzidas por 25 empresas com formulações diversas, são seguras.

"Todas as informações recebidas até agora após a vacinação - seja em testes clínicos ou em campanhas de vacinação em massa - vêm mostrando que o perfil de segurança dessas vacinas pandêmicas é muito semelhante ao da vacina contra a gripe sazonal", disse a especialista da OMS Marie-Paule Keany.

"Não foi notado nada de especial em termos de eventos adversos", disse Keany, diretora de pesquisas com vacinas da agência de saúde da ONU, falando a jornalistas em teleconferência.

No início da semana, o Grupo de Assessoria Estratégica de Especialistas em Imunização (SAGE) da OMS examinou as vacinas contra a gripe H1N1, que tende a afetar sobretudo adolescentes e adultos jovens.

Um comunicado divulgado pela OMS afirma que especialistas do SAGE não constataram sinais de "eventos adversos" incomuns - o termo técnico que designa complicações graves como doenças ou morte - decorrentes das vacinas.

Por essa razão, recomendaram que as mulheres grávidas, que são especialmente vulneráveis ao H1N1, devem receber as vacinas pandêmicas.

Pelo menos 5.712 pessoas já morreram de casos confirmados de H1N1 no mundo, segundo a OMS.

O comitê do SAGE recomendou que uma única dose de vacina H1N1 seja dada a adultos e adolescentes a partir de 10 anos de idade. Mais estudos são necessários para verificar a eficácia das vacinas em crianças de até 10 anos, ressalvou o grupo. Nos países onde as autoridades de saúde priorizam crianças para vacinação, devem tentar vacinar o maior número possível de crianças com uma única dose, concluiu o grupo.

As orientações da OMS com relação à vacinação contra a gripe H1N1 são vistas como cruciais para as decisões de investimento da indústria farmacêutica, além das políticas governamentais relativas à compra e distribuição de vacinas.



Reforma na Saúde passa por primeiro teste no Senado dos EUA

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publicado em 22/11/2009 às 20h12:
Uma grande revisão no sistema de saúde dos Estados Unidos passou por pouco no último sábado (20) pela sua primeira barreira no Senado do país. Os democratas conseguiram 60 votos da base governista para abrir o debate sobre as maiores mudanças do sistema em décadas.

No primeiro teste no Senado os democratas apoiaram de forma unânime a abertura do debate, com a oposição de 39 republicanos. O republicano George Voinovich não votou.

Essa questão é a prioridade interna do presidente Barack Obama.

Os democratas precisavam de 60 votos para a aprovação no Senado, que tem 100 integrantes. Não havia margem para erro, já que o partido controla exatamente 60 votos.

A vitória foi obtida quando os dois últimos membros da base, as senadoras Blanche Lincoln e Mary Landrieu, disseram que apoiariam o requerimento, mas não se comprometeram a apoiar a proposta final sem mudanças.

Lincoln discursou horas antes da votação.

- Acredito que o mais importante é o fato de termos iniciado o debate para melhorar o sistema de Saúde da nossa nação para todos os norte-americanos, em vez de simplesmente levantar o assunto e deixá-lo de lado.

O debate começará em 30 de novembro e deve durar pelo menos três semanas. A Casa dos Representantes (Câmara dos Deputados) aprovou sua própria versão, e as diferenças entre as duas terão de ser unificadas em janeiro, antes de Obama assinar uma medida final.

A proposta de reforma no sistema de Saúde irá expandir a cobertura a milhões de pessoas e barrar práticas como negar assistência para quem tem doenças pré-existentes.




PARA QUEM NÃO VIU

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Médicos cobram para furar a fila da cirurgia de redução de estômago pelo SUS

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EUA
Casa Branca recebe fita rosa gigante em campanha contra o câncer de mama






26/10/2009