
O Ministério da Saúde alterou as normas para a realização dos testes anti-HIV, abrindo a possibilidade de envio pelo correio de amostra de sangue coletada com papel-filtro. Com isso, o ministério espera levar o diagnóstico dos centros urbanos às regiões desprovidas de laboratório. Publicadas no Diário Oficial, as novas normas começaram a vigorar sexta-feira (16) nas redes pública e particular de todo o País.
Também foi incluída no rol de exames uma metodologia que utiliza a biologia molecular para detecção do HIV. A tecnologia - que auxiliará o diagnóstico em casos de resultados inconclusivos, principalmente em gestantes - identifica o vírus e não os anticorpos produzidos pelo organismo.

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